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by Lun?tico
A serpente e o Vagalume

Lembra-se da lenda sobre a cobra e o vagalume?
Ela dizia a ele:
" Você não é meu tipo de alimento,
mas eu quero comê-lo porque não suporto vê-lo brilhar ".
E assim vem acontecendo comigo na internet, alguém que não suporta meu brilho, vem mi atacando, anda usando meu nick pra mi difamar, fala pelas costas e fazendu acusações sem provas, o dificil é mostrar a prova né, claro não existe ,de uns dias pra ca, eu tenho me sentido como o vagalume, não estou querendo mi fazer di vitima não, eu sou a vitima. Então vou postar aqui um texto muito interessante que li no site somos todos um.
É bem triste constatar que ainda existam pessoas como a serpente desta história... O ideal seria que soubéssemos ajudar os outros a brilhar para que, assim, o nosso próprio brilho pudesse aumentar e servir de farol para outros tantos que ainda precisam de uma "estrela guia" à frente para saber o caminho a seguir.
Somos tão cegos em nosso orgulho e egoísmo que não percebemos que, ao invejar o brilho do outro, tentando impedi-lo de emitir sua luz, embotamos nosso próprio brilho, escondendo a nossa luz sob as trevas de nosso próprio ego. Não percebemos que também brilhamos, que em nós há a mesma luz e que só depende de nós fazê-la brilhar mais e mais longe e com mais intensidade, na medida em que colocamos o nosso brilho à disposição dos outros. Não entendemos que o nosso crescimento espiritual é diretamente proporcional ao crescimento espiritual dos que estão à nossa volta e que, para crescermos, é necessário que tudo o que está à nossa volta também cresça.
E o cúmulo da nossa ignorância é que não nos damos conta de que, por mais que a nossa luz seja abafada, por mais que nós a sabotemos com sentimentos pequenos, mesquinhos e egoístas, ela nunca deixa de brilhar. Deus não permite que ela se apague por completo, porque sabe que, mais cedo ou mais tarde, nós vamos despertar desse torpor doentio e vamos precisar dessa pequena faísca para saber por onde recomeçar.
O brilho de cada um é uma faísca do próprio brilho de Deus em suas criaturas. Cada vez que tentamos apagar o brilho de alguém, é contra o brilho de Deus que agimos. Cada vez que impedimos alguém de crescer, é contra a força de Deus em nós que agimos. Cada vez que sabotamos a felicidade de alguém, é a nossa própria felicidade que sabotamos, já que a fonte de toda a felicidade é uma só: o AMOR universal, DEUS.
Cada vez que deixamos a nossa serpente interna engolir o vaga-lume do próximo, é um farol a menos de que dispomos para iluminar a nossa estrada. Quando, na verdade, deveríamos sempre nos lembrar que, por menor que seja a luz do próximo, ela sempre poderá nos servir, ao menos, como a pequena chama bruxuleante que acende outra vela antes de se apagar.